No último dia 20 de fevereiro o GP1 publicou a matéria "Theresina Hall desrespeita a Lei e desmata irregularmente área de preservação do rio Poti", que deu origem ao Procedimento Preparatório instaurado em 25 de fevereiro, a fim de investigar a denúncia.
Imagem: Brunno Suênio/GP1
Promotor Régis Marinho
Diante disso, a Coordenadoria de Perícias e Pareceres Técnicos do Ministério Público Estadual realizou uma fiscalização e concluiu que houve intervenção de maneira inadequada na Área de Proteção Permanente, de acordo com o Parecer Técnico nº 27/2014.O engenheiro florestal, Faruk Moraes Aragão, conclui que “a impermeabilização dos solos por material de aterro e área construída, aumentou significativamente o pico de vazão, ocasionando enxurradas nas áreas mais baixas, onde se encontra a APP, provocando erosões e assoreamento do Rio Poti, principalmente na época de construção do empreendimento”.
O Ibama já havia alertado aos responsáveis pelo empreendimento sobre os impactos que a obra poderia causar ao meio ambiente, incluindo a formação de grandes fendas no solo, provocadas pelo destino incorreto das águas pluviais, conforme foi possível visualizar na matéria publicada pelo GP1.
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